Conhecemos o Thor no final de semana

Thor neste caso não é o super-herói dos quadrinhos, o famoso Deus do Trovão, e na realidade um cachorro da raça shitzu, todo fofinho e bonitinho. O nome caiu bem para esse pequenino, que tem a missão de um herói, que é curar a minha dinda Dreza do medo que tem de cachorro.

O medo dela é algo sem explicação, afinal de contas, como é possível ter medo de um animalzinho tão pequenino, que adora brincar, adora carinho e atenção e não tem condições alguma de fazer qualquer mal a uma pessoa?

Trauma é a palavra. Assim como eu em alguns momentos repentinos sofro com a doença do pânico, ele tem fobia de cachorro. Não conseguimos explicar o que acontece conosco, apenas reagimos de uma forma impulsiva ou repulsiva em determinado momento. Já paguei altos micos por causa disso e com ela não é diferente, mas iremos superar esses traumas, se Deus quiser.

No sábado nos (eu e Ellen) e o casal Sandra e Wilson, fomos até a casa da Dreza e do Alex para um bate-papo entre amigos e de quebra conhecemos o Thor. Quando bati o olho nele logo me lembrei do Pateta filhotinho, deu até saudade. A vontade que temos é de apertar o bichinho, bem ao estilo Felícia. Ver o pequenino correr de um lado para outro é muito legal, é o mesmo que ver uma bolinha de pele rolando de um lado para outro.

Adoramos conhecer o pequenino e sabemos da evolução que é para dinda ter esse bichinho em casa. Ela ainda tem receio as reações dele, é normal em virtude do pânico que sente, mas só de conseguir ver ele brincando, pegar nele as vezes e se pré-dispor a cuidar do Thor é uma grande vitória. Tenho certeza que você vai superar esse medo dinda, e que o Thor será uma grande alegria na casa de vocês. Aos poucos você irá perceber que o carinho dele é incondicional e vai se apaixonar.

Fora as atenções dispendidas ao Thor, a gente se divertiu demais com o nosso bate-papo descontraído de sábado. O mais engraçado era quando as conversas se triangulavam e todos falavam ao mesmo tempo. Imagina, seis pessoas falando, geralmente os homens comentando de uma coisa e as mulheres de outra. Não vou comentar que os decibéis neste caso ficavam mais elevados que o normal né, mas no final das contas a gente se entendia e todos davam palpites em ambas as conversas. Muito engraçado.

Em um dado momento a gente acabou dividindo os grupos de homens e mulheres, elas ficaram sentadas a mesa conversando e a gente em pé trocando ideia, foi um grande alivio para os ouvidos deste momento em diante.

Mais uma vez só temos a agradecer aos amigos Alex, Dreza, Sandra e Wilson pela excelente companhia do sábado. É sempre bom estes encontros entre amigos, vamos ver se não demoramos para combinar outro né.

A proposito, a intenção era jogar uma partida de WAR, podemos ver se combinamos nas próximas semanas, o que acham? Vou aguardar nossa ajudante de casa se recuperar e combinamos lá em casa, ainda não recebemos vocês lá (Sandra e Wilson) e seria um prazer tê-los em nossa casa. A gente se fala e combinamos tudo, ok?

Abraços e fiquem com Deus.

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COMMENTS

  • Verdade, é bom quando conhecemos os amigos dos nossos amigos e nos identificamos, principalmente quando a afinidade é grande e parece que a gente já se conhecia.
    Temos mesmo que marcar o WAR, mas não vale fazer mandinga para dar sempre 6 nos dados viu.

  • Andreza

    Lindinho ele né, depois nos mandem as fotinhas. Sabado teve bom demais, vejo extrema afinidade nesse grupo e nem preciso enumerar quais são. Quanto ao WAR, é só marcar, todo mundo é da família mesmo.

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