Final de semana no Vale do Aço

O final de semana foi corrido, cansativo mas muito bom. Aproveitamos que Marelo e Mona estavam descendo para Fabri e combinamos de ir juntos, nesta BR-381 é sempre bom estar acompanhado, sei lá, atualmente prefiro fazer este trajeto com algum amigo. A estrada é muito cheia, você vê muita gente fazendo bobagens o tempo todo e colocando a vida de todos em risco, com um amigo, mesmo em carro separados, a gente para (ponto favorito e o Belleus), troca uma idéia, relaxa e segue viagem.
Ficamos na casa dos pais da Elaine (esposa do Elvis). Chegamos logo após o almoço e o Elvis viria no final do dia, logo após a finalização do treinamento de sua equipe. Elaine, Luana, Damiana e Ana nos receberam com muito carinho e atenção, nos deixando a vontade (estava tão a vontade que aproveitei que a varanda era fresquinha e tirei o maior cochilo depois do almoço…humm…recuperei as energias da viagem).

Olha como ela está uma moçinha!

Luana está cada vez mais linda, e como a gente se vê pouco, a cada vez que encontramos é um susto, ela está maior e mais sapeca. Ellen estava impossível e fez o papel de tia como eu nunca havia visto antes…só sossegava quando conseguia arrancar sorrisos e gargalhadas da Luana, além claro de ter feito uma sessão de fotos especial…risos. O sábado passou rápido e depois de brincar um pouco com a Luana e tirar um cochilo rápido, tinhamos que nos preparar para ir ao casamento da Layla.

No domingo foi mais tranqüilo, tivemos tempo de bater papo com Elvis, aprender a fazer a moqueca no fogão a lenha e zuar o plantão com a Luana. Estávamos realmente em casa e muito a vontade, em certos momento até um pouco sem graça porque não queríamos abusar da hospitalidade. Antes do almoço o Emerson (irmão do Elvis – fez curso comigo no Senai) e a mãe dele se juntaram a nós para saborear a moqueca que o Elvis preparou. Infelizmente depois do almoço tivemos que despedir de todos e voltar para casa, mas foi muito bom. Valeu a hospitalidade Ana e desculpe qualquer incomodo.

Passamos em Fabriciano na casa dos pais do Marelo, iríamos voltar juntos. A recepção lá também não é diferente, todos sempre simpáticos e alegres. Como o animal aqui não sabia a zona e seção que tinha que votar, voltei para casa sem exercer meu papel de cidadão…fazer o que…o numero de telefone que me deram na seção eleitoral onde eu poderia descobrir estas informações não atendia. Ellen também teve o mesmo problema para justificar o voto, sem o numero do titulo não era possível e o telefone não atendia, vamos ter que passar no TRE depois e pagar uma multinha básica, infelizmente.

No geral o final de semana foi muito tranqüilo e sossegado, tendo apenas como imprevisto um acidente a uns 3 kms do trevo de Itabira. O Voyage é que me surpreendeu, pois mesmo forçando o coitado nas subidas gastei pouco mais de meio tanque para ir e voltar.

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