Registro Importante: 1º vez que Ellen dirige na BR

Ellen estava de férias no mês de julho e havia manifestado o desejo de ir para Pirapora de carro, perguntou o que eu achava e a incentivei, afinal, acho que se ela tem habilitação e hoje em dia dirige muito bem e com segurança, porque não enfrentar uma BR se estiver tranquila e confiante de que é capaz?

Os planos acabaram não concretizando como ela gostaria pois viajou de ônibus e deixou o carro para eu ir no final de semana do casamento da Ananda com o Walter. Achei uma pena, de certa forma, pois sozinha ela faria uma viagem tranquila, no tempo dela e não me teria ao lado para ficar falando e tomando susto. ( 🙂 brincadeira amor…com um pouquinho só de verdade).

O fato é que no domingo, quando a gente ia saindo da casa dos meu sogro(a) para BH, ele me pediu para vir dirigindo. A principio fiquei em dúvida e sai de Pirapora na direção. Precisei apenas dirigir até a saída da cidade para refletir sobre o assunto e ver que ela precisava de uma oportunidade para realizar este feito, e eu, de certa forma, estava sendo preconceituoso, machista e sem confiança nela para deixá-la dirigir. Foi aí que resolvi parar o carro e assumir meu lugar no banco de passageiro.

Claro que inicialmente eu estava apreensivo e nervoso. Logo na primeira ultrapassagem ela me deixou ainda mais nervoso, pois achei que ela foi muito próximo do acostamento para fazer a manobra. Na segunda vez que ela vez a mesma coisa não consegui conter o nervosismo e acendi um cigarro. (claro que antes disso eu ameacei tomar a direção se ela repetisse tal manobra…primeiro falando alto…depois expliquei com calma os motivos. Desculpa se a deixei nervosa num primeiro momento também amor).

Depois disso foi tranquilidade total e confiei em deixá-la seguir viagem até Belo Horizonte, afinal de contas, casamento e relacionamento não é confiança? Se ela pode confiar a vida dela a mim quando estou dirigindo, porque não fazer o mesmo sabendo e observando que ela merecia tal voto?

Ao longo da estrada a gente veio conversando e eu fui dando algumas dicas, principalmente no trecho ente Corinto e a BR-040, onde o movimento de caminhão é maior, os pontos de ultrapassagem são menores e o trafego de veículos é grande.

trânsito chato e lento por causa de acidente

Neste trecho em dois momentos eu ri demais dela. Ela iniciou as ultrapassagens e sentiu que o carro não reagiu conforme ela esperava (1.0 né galera) e do lado contrário vinha outro veículo. A distância e a velocidade que ela estava era suficiente para ultrapassar, mas como marinheira de 1º viagem tomou um susto e levou a mão na cabeça como dizendo: “_ E agora? O que eu faço?”. Ela terminou a ultrapassagem em segurança e comentei: “_ A mão na cabeça de nada resolve, na estrada a decisão tem que ser precisa e certeira, colocou de lado para ultrapassar não tenha medo, ultrapasse. Se achar que pode não dar tempo, nem comece a manobra”. Depois desse momento, ela fez apenas mais uma ultrapassagem ainda insegura e depois arrebentou.

Ela até pegou o seu primeiro engarrafamento na estrada em virtude de uma carreta que transportava tecido ter tombado na pista no dia anterior.

Como motorista na estrada você esta aprovada meu bem, o trecho BH-Pirapora já esta dominado e precisa apenas de mais algumas viagens para se sentir a craque na direção e ficar um pouco mais confiante, mas eu gostei de ver. A única coisa que não gostei e não ter parado para um cafezinho e uma esticada nas pernas, mas valeu, era a empolgação de dirigir na estrada pela 1º vez.

Chegando em casa sobrou foi para o Pateta. Ele ficou apertando o coitado até passar o nervoso…risos.

Vejam algumas fotos deste momento único.

 

Similar Posts:

Leave a Comment

Timpo limite excedido. Por favor, refresque o valor do CAPTCHA.